segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

2010

Quanto mais eu penso sobre a vida, sobre os relacionamentos, sobre as pessoas, mais eu percebo o desequilibrio generalizado. Existe tanta preocupação tosca neste mundo que as vezes acho dificil compreender. Eu posso estar errado, mas sinto que a grande maioria das pessoas aceitam o que a maioria pensa e não pensam muito sobre o que fariam delas pessoas felizes. Vejo isso toda hora. E não é que eu estou revoltado com a vida ou acho que todos devem virar hippies. Esse pensamento pode até parecer um pouco egoista, mas se todo mundo tentasse simplesmente fazer aquilo que as deixam felizes, eu acho que as coisas seriam mais faceis. Liberte sua mente. Não crie preconceitos, não guarde raiva. Converse, ame, se divirta. O final do ano chegou e logo mais vou viajar. Nessa virada não vou pedir nada. Vou simplesmente fazer aquilo que eu mais amo fazer. Vou sorrir e dar risada. :)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Heart of Life - John Mayer

I hate to see you cry
Laying there in that position
There's things you need to hear
So turn off your tears and listen

Pain throws you heart to the ground
Love turns the whole thing around
No, it won't all go the way, it should
But I know the heart of life is good

You know it's nothing new
Bad news never had good timing
But then the circle of your firends
Will defend the silver lining

Pain throws your heart to the ground
Love turns the whole thing around
No, it won't all go the way, it should
But I know the heart of life is good

Pain throws your heart to the ground
Love turns the whole thing around
Fear is a friend who's misunderstood
But I know the heart of life is good

I know it's good

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Pq?

Quanto mais eu faço, mais eu tento, menos eu consigo. Perco tudo e não ganho nada. Afasto aqueles que eu gosto e vivo uma vida isolada. Medo de machucar e medo de ser machucado. A verdade é que eu tô muito cansado disso tudo... simplesmente não consigo ser tranquilo que nem eu era. Este é o último post. Esse engenheiro ta cansado de discutir coisas que não possuem respostas.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Workaholics

Comecei a perceber uma coisa esses dias... os workaholics são felizes. Deixa eu tentar explicar. Uma pessoa que trabalha todos os dias até 22h gosta do que está fazendo. Aquele trabalho, aquele desafio, aquele prazo curto... tudo isso, de alguma forma, completa a pessoa e faz ela se sentir útil, se sentir necessária. O trabalho completa o tempo e da sentido ao tempo. O mais comum é escutar "Putz, não tenho muita escolha, preciso ficar aqui pra terminar essa apresentação." E em parte, é verdade. A pressão, a "obrigação" e esse sentimento de não ter escolha, torna as coisas fáceis. Você não precisa escolher, precisa ficar ali pra fazer aquilo, se for pra casa não vai fazer porra nenhuma, você nem liga pra descansar, nem tem muitos hobbies, então melhor assim. A vida é simples. Você dedica no mínimo 10 horas por dia pro trabalho (incluindo transporte, etc), que diferença faz dedicar mais umas três ou quatro? Sua vida é desequilibrada, mas funciona. Você se sente feliz. Agora digamos que você não seja assim. Buscar o equilibrio perfeito na vida é beeeeeem complicado. É como se fosse um pico e você tivesse que ficar em pé na ponta... é beeem dificil e qualquer escorregão você despenca.
O trabalho para os workaholics serve como uma plataforma... nunca vai ser tão bom quanto o pico do equilibrio perfeito da vida, mas já é bom o suficiente e já lhe completa de alguma forma.  Ficar em pé na plataforma é moleza... da até pra andar de um lado pro outro, deitar, pular. O mundo pensa diferente, mas o fácil é ser workaholic.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Saudades

Sentir saudades é lembrar e sentir falta. Isso significa que algo bom aconteceu. A vida é feita de momentos. Se todos os bons momentos durassem para sempre, ele não seriam iguais. Tem aquela saudades que você sente, mas eventualmente passa. Tem também aquela que vai e volta. Um dia você sente, no outro você esquece. E a saudades mais especial de todas é aquela que você sabe que nunca vai passar. Poucas coisas me fazem chorar, mas saudades é uma delas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Escolhas

A vida é basicamente uma escolha atrás da outra. Já parou pra pensar? No momento em que você acorda você decidiu levantar da cama. Essa já foi a sua primeira escolha do dia. Levantar ou continuar dormindo? Você poderia continuar dormindo? Claro que sim. Toda escolha tem consequências. Algumas boas outras ruins. É uma troca. Tem muitas escolhas que são óbvias, que geralmente fazemos no automático, como por exemplo, ir trabalhar, tomar banho, escovar os dentes, comer, dormir, etc. Quase tudo tem escolha, quase tudo. Existem algumas coisas que não, como doenças e morte. "Eu estava tão desesperado que não tinha escolha". "Eu estava tão apaixonado que não tinha escolha". Bah. Já escutei isso mil vezes.  Nesses casos sempre existiu uma escolha, a única diferença é que a escolha não é comer macarrão com ou sem salsicha, mas algo mais difícil e confuso. Lida com sentimentos humanos, com a sociedade, com o modo do mundo pensar. Cogitar, pensar e desafiar o modo como as coisas são feitas e pensadas é o que nos torna único. Muitas escolhas também não é bom. Gera confusão e indecisão. Mas quem falou que seria fácil?

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Lei dos rendimentos decrescentes

O melhor jeito de explicar essa lei é com exemplos. Imagine que você não sabe cozinhar nada e resolve aprender. No primeiro dia você vai aprender um moooonte de coisa, você vai aprender que cebola, alho e salsinha são usadas pra fazer tempero, você vai aprender o que significa refogar, vai aprender a bater bife, a fazer macarrão, etc. Agora imagine que você já cozinha a 10 anos. Para você aprender alguma coisa nova o esforço é bem maior. Para aprender a fazer um pato ao molho madeira (tou inventado aqui) você vai ter que ler receitas e tenta várias vezes. O esforço vai ser muito maior do que quando você aprendeu a fazer macarrão e a satisfação ou ganho vai ser muito menor. Se você parar pra pensar quase tudo na vida é assim. Esportes. No nível profissional um nadador treina anos para abaixar 0.1s do 400m borboleta. Musculação é a mesma coisa. No começo o ganho é enorme, no final o esforço é gigante e o ganho é muito menor. No trabalho a mesma coisa. Nos estudos igual. Mas ai vêm a pergunta. E nos relacionamentos? Será que os relacionamentos seguem esta mesma lei? Quando você conhece uma pessoa nova tem muita coisa pra aprender, conhecer e explorar. Com o passar do tempo você fica especialista na pessoa e os "ganhos" começam a diminuir... será?

segunda-feira, 28 de julho de 2008

15 anos...

São quantos anos vive um cão. 15 anos. Já pensou nisso? Apenas 15 anos. Se eu tivesse nascido um cão eu já estaria morto faz tempo.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Casamento

Esse assunto é divertido. Casamento... O que passa na cabeça de uma pessoa hoje quando ela vai casar? Quantas pessoas casam porque realmente acreditam na religião ou na fé? Porque casamento é isso. Você vai pra igreja e fala perante o seu Deus que você quer ficar com aquela pessoa pra sempre. E que merda... porque que você precisa prometer isso pra alguém ou falar isso pra qualquer pessoa que não seja o seu namorado(a)? O que você sente e o que a outra pessoa sente é o que importa. Se casamento realmente fosse bom precisaria de tudo isso? "Na morte, na doença... eu juro, mas eu juro mesmo, mesmo, mesmo que eu gosto de você. Estou aqui falando isso perante Deus, porque se eu sentir tesão por outra mulher vou lembrar que jurei perante Deus e meu tesão vai passar." Aff. Na minha opinião o casamento cria uma prisão. Tira a sua liberdade de mudar, de pensar e de escolher. Existe algo mais real e verdadeiro do que estar completamente livre e decidir porque você QUER (e não pq vc jurou) ficar com uma pessoa. Isso sim é casamento. Quantos desses existem? Eu acredito que deve ser uma porcentagem mínima dos relacionamentos, mas acredito que seja possível. Se o carinho acabar e a vida mudar, então mudou. Aceite o fato. Mas ai o que que acontece com as familias? Eu digo familia de tios, tias, primos, etc? Sei lá... uma família dinâmica? Hoje as famílias são praticamente estáticas. Geralmente só mudam quando tem divórcio ou quando alguém morre. Na verdade eu não sei o que acontece, mas o fato é que a grande maioria dos relacionamentos são consolidados em cima de insegurança. Não é possível que isso seja bom pra nenhum dos dois.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Bode



Quem nunca teve um dia de bode?

terça-feira, 22 de julho de 2008

O desequilíbrio do trabalho


Faz sentido trabalhar tanto? Qual o propósito final do trabalho? Sobreviver? Porque será que trabalhamos tanto? Bem no passado homens caçavam e as mulheres tomavam conta das crianças e da casa. Era uma questão de sobrevivência. As coisas foram mudando e surgiram as profissões, as especializações. Pelo menos eu acho que foi assim. O fazendeiro trocava milho por roupa. O alfaiate trocava roupa por uma cadeira e assim vai. Hoje trocamos informação por dinheiro e o dinheiro se transforma em casa, roupa, comida, viagens, videogames, etc. O que me causa um certo transtorno é que hoje não fica claro o propósito do trabalho. Será que vale a pena trabalhar todas essas horas pra comprar uma televisão nova? Quando você caça um bicho pra comer o motivo do trabalho é óbvio. Agora quando você trabalha dentro de um escritório 8h por dia vendo planilha, qual o objetivo? Enriquecer o dono da empresa para que ele possa comprar uma ilha? Mas pra que que ele quer uma ilha, mesmo? É meio esquisito tudo isso. Ficar sem fazer porra também acredito que não seja a resposta. Até porque você morreria de fome. Será que existe algum trabalho realmente agradável? ou será que a própria definição de trabalho implica em algo que não seja divertido? A rotina do trabalho é algo bom ou ruim? Muitas vezes trabalha-se mais que o necessário, sem saber direito porque, sem saber o motivo e sem parar para pensar e entender. Na minha opinião isso gera um gigantesco desequilíbrio. Eu acredito que viver é um presente, um dom, algo extraordinário. Quando você pensa assim, passar 8h por dia trabalhando para o seu chefe comprar uma ilha passa a não fazer muito sentido. Você deve estar pensando que eu exagero ou que eu valorizo demais as coisas. Que estou reclamando de barriga cheia. Eu não estou reclamando, estou apenas tentando entender. Sim, eu sei, existem muitas pessoas que dariam de tudo para ao menos ter um emprego ou ter o que comer. É bizzaro e incompreensível pensar que existem pessoas morrendo de fome e de frio e não vou nem entrar nesse assunto, ao menos não agora. Talvez eu esteja só tentanto achar um propósito pra tudo. As vezes sinto que quanto mais eu penso, menos eu sei.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Os Cães

Recentemente li um livro chamado "Cesar's Way". O livro explica um pouco a psicologia dos cães. Cesar conta que os cães não possuem apego ao passado. Por exemplo, quando um cão amigo morre, o cachorro vivo sofre e fica triste, mas só por um tempo. Ele logo volta a ser o cão que sempre foi. Isso é importante para a sobrevivência do bando e é assim que funciona. A vida continua. Do mesmo jeito que os cães não possuem apego ao passado eles também não fazem planos para o futuro. O cachorro não entende que se ele for bonzinho hoje, amanhã ele vai passear. Os cães vivem exclusivamente o presente, o momento. Bem diferente do ser humano que fica lamentando o passado e pensando muito nas consequências do futuro. De que adianta ficar remoendo o passado e planejando o futuro? Talvez o jeito seja deixar as coisas acontecerem no seu tempo. Aproveite o que esta fazendo agora. Faça planos curtos, fique triste por causa do passado, mas não muito e mais importante: aproveite o presente. (A foto ao lado foi roubada de uma amiga minha. A cadela linda se chama Lara.)

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Morte

Quem já perdeu um pai, uma mãe ou alguém muito, muito, próximo sabe. A morte é uma coisa esquisita. Todo mundo vai morrer. Isso é fato. Quando, como e onde são variaveis. No pior dos casos agora, no melhor dos casos daqui a 100 anos. Claro que com a evolução da medicina isso talvez se estenda para 130 ou 140 mas duvido que nossa geração viva muito mais que 100 anos. Temos 100 anos pra viver nossas vidas. E ai? O que vamos fazer? Quando eu tiver doente no hospital (que no melhor caso é isso que acontece) vou estar tranquilo que vive minha vida? Faz alguma diferença? Pq a angústia? Vale a pena pensar logicamente? De segunda a sexta eu trabalho pra me divertir no sábado e no domingo. Faz sentido? Será que é assim mesmo? E é ai que vêm felicidades. Se é pra viver, que ao menos eu viva uma vida feliz. Ih, mais ai fodeu. Entender felicidades é tão bizzaro quanto entender a morte.

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